Louize, 17.
"Sensível pra cacete, maldosa na mesma intensidade, feliz de andar cantando e depressiva de nunca achar que uma janela é só uma janela. E cheia de manias bem estranhas" (…)
Sou a mulher estranha e de olhos hipnóticos que o Caio Fernando citou entre seus versos e contos. Sou leve como a brisa ou forte como a ventania, já dizia Clarice Lispector. Sou cheia de manias. Tenho carências insolúveis. Sou teimosa, já dizia a Fernanda Young. A Martha Medeiros disse uma vez que eu sou feita de sonhos interrompidos, detalhes despercebidos e amores mal resolvidos e devo concordar com ela que ainda continuou e disse, que sou amor e carinho constante, distraída o bastante, não paro um instante. Até o Bob Marley me definiu um dia, tenho um sorriso confiante que às vezes não demonstra o tanto de insegurança que tem por trás dele, é Bob razão a você.